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sábado, 16 de fevereiro de 2008

José Afonso - "O canto de Intervenção no Mundo e em Portugal"


José Afonso morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, às 3 horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrófica.

O núcleo do Norte da Associação José Afonso e o Clube Literário do Porto organizam o espectáculo O canto de Intervenção no Mundo e em Portugal que se realizará dia 23 de Fevereiro, pelas 21h 30m, nas instalações do Clube Literário do Porto.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Os cantos do Zeca

O cantautor José Afonso será homenageado este domingo com um espectáculo no Fórum da Maia, numa organização da Associação José Afonso.
Aproveita-se para divulgar a informação sobre o mesmo inserta no blogue daquela associação:
"No próximo dia 18, domingo, pelas 16 horas, no Fórum da Maia, vai ser levado à cena o espectáculo «OS CANTOS DO ZECA».
Esta iniciativa da responsabilidade da Associação José Afonso (fundada em 18 de Novembro de 1987), por intermédio do seu Núcleo do Norte, mistura músicos, actores, técnicos, profissionais e amadores, com o objectivo central de celebrar a vida e obra de José Afonso e percorrer vários «cantos» do «poeta, andarilho e cantor».
Os «CANTOS DO ZECA» significará prestar um tributo aos vários «cantos» por onde o Zeca passou: Portugal, África, Galiza.
Os «CANTOS DO ZECA» significará, também, prestar um tributo aos vários «cantos» onde ele tem sido cantado por gente que faz da música e das palavras de José Afonso uma vontade de construir mundos sem muros nem ameias.
Do Porto, de Castelo de Paiva, de Lisboa, do Alentejo, de Viana do Castelo, de Penafiel, de Braga, de Guimarães, da Galiza chegam cantores e actores que, principalmente durante este ano, têm sido «companheiros de estrada» do Núcleo do Norte da AJA.
Os «CANTOS DO ZECA» significará, ainda, prestar um tributo aos poemas e canções que José Afonso nos legou como forma de, ainda hoje, conseguirmos perceber «o que faz falta».
Num espectáculo construído e desenhado cenicamente pelo Núcleo do Norte da AJA, José Afonso vai «estar presente» porque com ele percorremos estes 20 anos de caminho.
Os bilhetes, ao preço de 7,50€ estão à venda na Cooperativa UNICEPE (Praça de Carlos Alberto), Sindicato dos Professores do Norte (Rua D. Manuel II) e Sindicato dos Seguros (Rua do Breiner) podendo ser feitas reservas pelo endereço: ajanorte@gmail.com
Contactos: Paulo Esperança (Telem. 917711964), José Carlos Pereira (Telem. 916090033)"

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Evocação a Zeca Afonso - 24/05/2007 às 22:00 horas


No seguimento do jantar comemorativo do 25 de Abril, realizado no Mercado da Ribeira, em Lisboa, Em Abril, de novo Esperanças mil, realiza-se uma evocação a Zeca Afonso dia 24/05, às 22:00 horas, no Bar do Espaço da Ribeira com Carlos Alberto Moniz e José Jorge Letria.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Somos nós os teus cantores

Como já noticiámos, este é um ano rico de tributos ao cantautor Zeca Afonso. Aproveita-se para registar aqui alguns dos eventos ainda por vir:
>22/2: documentário da RTP1 «José Afonso 20 anos depois... (0h30, mesa-redonda c/Otelo, José Jorge Letria, Cristina Branco, Viriato Teles e Rui Vieira Nery, além de vários depoimentos gravados);
>23/2: exp. «O que faz falta» (org. Mundo da Canção, 18h) e espectáculo «O Menino de Oiro» (21h30), uma teatralização da vida e obra de José Afonso dirigida por Gil Filipe (org. CMGuimarães); espectáculo «O andarilho das bruxas - uma homenagem a José Afonso», c/Fátima Santos, Jorge Quaresma, José Luis Iglésias, Luis Manuel, Sila Santos, Paula Seca, Jennifer Vincent e Todd Isler (8:30pm, org. Sport Club Português, 51-55 Prospect Street, Newark, NJ, EUA, programa aqui); exposição e colóquio sobre a sua vida e obra (org. da CMLoures; CMOdivelas); exp. «No tempo do Zeca Afonso» e concerto de João Afonso (org. CMEntroncamento); concerto c/Cantadores da Rusga, Jorge Jordan, Mingo Rangel, Rogério Charraz e poesia de Jorge Castro (Lx., org. Mercado da Ribeira, 22h30).
>24/2: concerto com a Banda Militar do Norte (15h30), seguido de debate com Hélder Costa, José Mário Branco, José António Gomes, Alípio de Freitas e Mário Barradas (17h30), concerto do grupo ARDENTÍA, e espectáculo «Maio, maduro Maio», com Amélia Muge, João Afonso e José Mário Branco (21h30; org. CMGuimarães); espectáculo/colóquio de homenagem a Zeca Afonso (Gal.ª de Arte do Convento Espírito Santo), debate sobre a sua vida e obra e concerto do grupo Ecos de Coimbra (org. CMLoulé); concerto (org. CMLoures, em parceria com a Assoc. de Moradores de St. Ant.º Cavaleiros); conc. do Quinteto de Jazz de Lisboa (org. CM Lajes do Pico, Açores).
>27-2: 21.30H homenagem a Zeca Afonso, concerto c/Afonso Dias e Francisco Fanhais (org. Clube Farense, apoio da CMFaro);
>?-2: espectáculo musical «A formiga no carreiro - 25 canções para Abril» (Viseu, org. Companhia De Mente).
Em Março há mais comemorações; serão então noticiadas.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

O que faz falta é lembrar a malta!

O Le Monde Diplomatique (edição portuguesa) realiza hoje um debate sobre «Os silêncios da História», em torno do dossier do seu n.º de Fevereiro. Terá início às 21h30, no novo espaço da Livraria Ler Devagar (R. da Rosa, 145, no Bairro Alto, a antiga rua das tipografias e jornais..).
Irene Pimentel escreveu nesse n.º sobre a memória pública da ditadura e da repressão, no qual salienta o contributo do movimento Não apaguem a Memória! para o reavivar do debate sobre o lugar da memória na pedagogia democrática. José Sobral reavaliou a importância da memória colectiva das comunidades rurais do Portugal salazarista. Sérgio Godinho evocou Zeca Afonso. Mais detalhes neste post anterior, dedicado exclusivamente ao último dossier do Diplô.
Aqui fica o convite a todos para uma boa ocasião de se debater e reflectir sobre a nossa memória histórica recente. Porque, e parafraseando Zeca Afonso, o que faz falta é recordar a malta!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Com José Afonso - 20 anos de caminho

O Clube Literário do Porto (CLP) e a Associação José Afonso (Núcleo do Norte) lançaram hoje um programa de 4 dias dedicado a Zeca Afonso. Chama-se «Com José Afonso - 20 anos de caminho» e decorre até sáb.º na sede do CLP, sito na R. Nova da Alfândega, 22, Porto. Eis o programa completo:
14/2, 21h30> inauguração de exposição temática sobre José Afonso;
14/2, 22h> debate «José Afonso - testemunhos», com a participação de Alípio de Freitas e Benedicto Garcia Villar;
15/2, 21h30> tertúlia «O prazer do texto», com intervenções poéticas e musicais a decorrer no Piano-Bar do CLP (música e poesia de José Afonso);
16/2, 21h30m> debate «José Afonso - a lírica», com a participação de José António Gomes e Elfriede Engelmayer
17/2, 21h30m> debate «José Afonso - a música», com a participação de Francisco Fanhais e José Mário Branco.
Nb: para mais inf. sobre tributos a Zeca Afonso vd. o blogue da AJA.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Repensando a memória colectiva

Já saiu o n.º de Fevereiro do Le Monde Diplomatique (edição portuguesa). O dossier português é sobre «Os silêncios da História», e pretende contribuir para a reflexão sobre a nossa memória histórica recente.
O dossier abre com o texto de José Sobral sobre «Os Sem-História», dedicado às comunidades rurais do Portugal salazarista omitidas pela História oficial, reservada que estava esta às grandes figuras 'nacionais' e às elites locais. Tal quadro teve a sua extensão simbólica na concepção urbanística da Belém ribeirinha: aos Jerónimos associaram-se os espaços de poder e leitura da História da ditadura (Padrão dos Descobirmentos, praças do Império e do Ultramar, Museu de Arte Popular) e da democracia (Centro Cultural de Belém, futuro Museu da Língua e dos Descobrimentos).
Os encobrimentos feitos pela História oficial e a memória oficial são vários. O texto de Irene Pimentel («A memória pública da ditadura e da repressão») revê criticamente como foram avaliados o salazarismo e a sua repressão ditatorial no trinténio democrático, do ponto de vista político e social. Demonstra o défice de justiça quanto ao aparelho repressivo, apresentando dados globais sobre as reduzidas condenações de agentes da PIDE. Refere ainda as entidades que, a contra-corrente duma imposta amnésia selectiva, pugnaram pela preservação da memória pública desse período, começando com a Associação dos Ex-Presos Políticos Antifascistas, a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses, a Comissão do Livro Negro do Regime Fascista e o Tribunal Cívico Humberto Delgado, e detendo-se, por fim, no contributo do movimento Não apaguem a Memória!.
O dossier encerra com uma vibrante evocação de Zeca Afonso por Sérgio Godinho. Na data em que se celebram 20 anos do passamento do grande cantautor da resistência, um dos seus mais talentosos discípulos revê o mestre reescrevendo uma de suas músicas sob a forma de viva confidência a propósito do legado que dele recebeu.